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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Serviços da operadora TIM continuam péssimos no Sertão Central cearense


Clientes dizem que não aconteceram as melhorias prometidas pela operadora.
A operadora TIM continua proibida de vender chips em todo o território Estadual, a decisão judicial foi sentenciada no dia 10 de Junho de 2011. Para que a operadora retorne a comercializando de chips deverá proceder melhorias em suas redes, mas até o momento clientes afirmam que nenhuma mudança aconteceu para melhorar o serviço ofertado que continua em condição caótica na região do Sertão Central cearense, com destaque em Quixadá.

Números fora de área ou ocupados virou praxe. Para conseguir uma ligação para um número da TIM o usuário tem que ter paciente. A reclamação é constante como afirma o leitor Emerson Luiz, “a TIM continua com os mesmos problemas. Fazer uma ligação é difícil e exige paciência”, reclamou. Quem também está chateada é a cliente Isabele Soares Lima, 25, anos, moradora do Centro de Quixeramobim, ela disse que a dificuldade aumentou após a decisão da justiça.
A decisão foi tomada pelo juiz Cid Peixoto do Amaral Neto, da 3ª Vara Cível da Justiça Estadual, após uma série de problemas no serviço. A operadora também enfrenta problemas na Justiça Federal. O serviço da TIM no Ceará apresenta instabilidade e deixa seus usuários sem acesso ao serviço. A Ordem dos Advogados do Brasil - Secção Ceará (OAB/CE) e o Ministério Público Federal haviam ajuizado ação contra a operadora, como mostrou o portal Revista Central.
O magistrado apontou ainda que a decisão deve persistir "enquanto não se comprovar que foram instalados e estão em perfeito funcionamento os equipamentos necessários e suficientes para atender às demandas dos seus consumidores".
No dia 22 de Julho de 2011 o portal Revista Central publicou a reportagem Juiz mantém decisão que suspende venda de novas linhas telefônicas da operadora TIM.   A TIM havia ingressado com agravo de instrumento no Tribunal de Justiça do Ceará, mas foi negado. O desembargador Clécio Aguiar de Magalhães, manteve a liminar, considerando que a medida tomada pelo juiz “assegurou aos consumidores a efetividade dos serviços prestados, ao tempo em que permite à concessionária utilizar meios técnicos adequados à prestação do serviço”.
Na sessão, a TIM afirmou ter efetuado melhorias no atendimento e expansão da rede de telefonia. Alegou ainda que vem sofrendo prejuízos com a determinação judicial. No entanto, o MP e a OAB/CE, autores da ação civil pública que pediu a interrupção das vendas, não se posicionaram de forma favorável ao pedido da empresa. E de fato não os clientes afirmam que não tem percebido mudanças radicais e os problemas só tem aumentado.


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