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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Decepção: Deputados de Quixadá não visitaram nenhum munícipio defendendo o nome da cidade


Nem Rachel Marques, nem Osmar Baquit, na reta decisiva sobre o hospital, total omissão.
Decepcionante o posicionamento de nossos ilustres deputados que se dizem representantes leais da cidade de Quixadá sobre o apoio a sede do Hospital Regional do Sertão Central. Estamos chegando à reta final da decisiva votação que ocorrerá no próximo dia 09 de maio em Fortaleza e até o momento nenhum dos deputados citados visitaram os municípios que participam da votação na região.
Rachel Marques depois de três meses de campanha resolveu sair do silêncio e defendeu Quixadá na Assembleia Legislativa e distribuiu alguns adesivos para correligionários sobre a defesa do hospital para a cidade, muito pouco, uma ação tímida para uma disputa acirradíssima e com caráter politiqueiro como vem acontecendo nos bastidores com alguns deputados que claramente estão interferindo junto a prefeitos e vereadores da região.

O lobby politico ficou muito evidente no dia de ontem na cidade de Solonopole, enquanto que a grande maioria da população defende o nome de Quixadá como sede regional, a maioria dos vereadores que dão sustentação a base do prefeito prefere Quixeramobim, ou seja, não é o povo que decide e sim os políticos. 
O deputado Osmar Baquit é outro político que inexplicavelmente está ausente das discussões pró-hospital para Quixadá, tirou licença e deu lugar a Cirilo Pimenta ferrenho defensor do município de Quixeramobim para sede do hospital. Osmar esteve ao lado do governador na última reunião entre as cidades, mas até o momento sequer mencionou seu posicionamento na assembleia, nenhuma visita as cidades, muito estranho seu posicionamento politico nesse momento. Afinal Baquit está com Quixadá ou Quixeramobim? 
Tenho a obrigação de dá mão à palmatória ao prefeito de Quixadá Rômulo Carneiro, é de conhecimento dos leitores da Revista Central que sou um crítico de sua administração onde tenho feito pesados comentários de sua gestão, mas não posso deixar de reconhecer seu empenho e do seu irmão Kléber Júnior, presidente da Câmara na condução quase isolada da campanha para que Quixadá possa receber o empreendimento.
O prefeito de Quixadá está numa correria só e já assumiu uma postura proativa com efeitos positivos nas visitas a municípios chaves nesse enrolado “jogo de cachorro doido”. Sabemos que os dividendos eleitorais também contam para Rômulo sendo Quixadá ganhador desse grandioso projeto, mas ele está fazendo seu papel coisa que políticos como Rachel, Osmar, Cristiano Goes e Ilário Marques parecem não ter o minimo interesse de que Quixadá ganhe esse hospital.
Ilário Marques por sinal está sumido, para ele que tem interesses puramente eleitoreiros não é bom negócio ganhar a unidade hospitalar, Rômulo Carneiro sairia beneficiado no processo de reeleição, se não ganharmos o hospital Ilário vai aparecer como o salvador da pátria em 2012, parece que eu estou vendo seus lunáticos seguidores dizer, “se o Ilário fosse o prefeito ganharíamos o hospital”, ora já que o Ilário é tão competente e influente assim, porque não se engajou em ajudar o município quando ele mais precisa, a resposta é certa, seu interesse como das outras vezes é chegar ao poder a qualquer custo.
Outra figura politica que decepciona até o momento é o ex vice-prefeito de Quixadá, Cristiano Goes, em sua página no blog manifesta seu empenho junto as autoridades do estado, não sei até que ponto, esse posicionamento só foi sentido quando criticado por essa coluna por estar tão ausente das discussões que envolvem o hospital, Cristiano alias segundo fontes goza de grande prestigio junto ao governador Cid e o irmão Ivo Gomes, mas ao que parece não sabe usar isso ao seu favor, acho até que já jogou a toalha para se lançar candidato a prefeito de Quixadá em 2012. 
Finalizando, fiz uma observação há poucos dias relatando que o governador Cid Gomes deu um tiro no pé politicamente no Sertão Central, a cidade ganhadora comemorará com a população o empreendimento e as cidades perdedoras ficaram insatisfeitas com o governo por interferências politicas, os critérios deveriam ser técnicos e a escolha da cidade deveria ser a com melhor estrutura para receber o hospital regional.
Fabio de Oliveira
Colunista
As opiniões aqui expressas não necessariamente coincidem com a da Revista Central

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