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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Banabuiú na luta contra o abuso e a exploração infanto-juvenil


Por Cilane Guimarães
A exploração infanto-juvenil vigorou por décadas sob o manto da ignorância, diante do fingimento de sua inexistência.
O município de Banabuiú, no Sertão Central cearense, mais uma vez promove durante o maio a campanha, “Banabuiú na luta contra o abuso e a exploração de crianças e adolescentes”, com o objetivo de erradicar, informar, sensibilizar e debater sobre este assunto de tamanha relevância ára a sociedade, sendo que tema vem se expandindo não só em Banabuiú, mas, também em todo o país.
Na noite de ontem, 17, aconteceram diversas manifestações, buscando moblilizar a sociedade. A concentração ocorreu na Praça Central 25 de Janeiro e hoje terá a participação dos alunos de todas as escolas do município. A classe estudantil tem se mantido engajada na campanha, visto que o slogan foi elaborado pelo aluno Ygor, 7 anos, do 2º ano fundamental da escola Cem Celestino de Sousa. A campanha tem o apoio das Secretarias de Educação, saúde, CREAS e CRAS.

A exploração infanto-juvenil vigorou por décadas sob o manto da ignorância, diante do fingimento de sua inexistência. Isso, por si só, já explica a gravidade deste crime, infelizmente, tão em evidência no Brasil.
A forma mais conhecida de exploração sexual é aquela que utiliza a criança ou adolescente para fins comerciais, incorretamente chamada de “prostituição infanto-juvenil”. O tema, na verdade, diante da atual realidade, onde aumentam vertiginosamente as comunicações aos órgãos competente de exploração sexual infanto-juvenil, transcende a questão semântica, se fazendo necessário que sejam tomadas medidas mais efetivas. Para que isso ocorra, é mister saber quais as causas, bem como as formas de combate.
De uma forma geral, pode-se dizer, que embora todas as situações que envolvam a exploração sexual tenham como pano de fundo uma família desorganizada, nem sempre ela ocorre oriunda do núcleo familiar. Hoje, com mais razão outras fontes conduzem para esta degradação de nossas crianças, pois a omissão colabora para que aumente a estatística, já que segundo técnicos toda a violência sexual tende a ser cíclica , caso não tratada. Neste imenso mar de informações é necessário objetividade, sob pena de pouco se fazer. Concretamente, podemos dizer que diversas são as fontes que podem nos informar sobre tal circunstância : a família nuclear ou ampliada, serviços de saúde e educação, órgãos públicos ligados ao atendimento da criança e adolescentes, ONGS , etc.

Cilane Guimarães
Colaborou de Banabuiú
Jackson Perigoso
Edição


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