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terça-feira, 20 de setembro de 2011

A operação Canal Vermelho II da PF e da receita Federal atinge Quixadá


Por Redação RC
Uma das mais conceituadas loja de informática da cidade teve mercadorias apreendidas.
A Polícia Federal, em conjunto com a Receita Federal do Brasil, deflagrou nesta terça-feira, 20, a Operação “Canal Vermelho II”, para reprimir crimes de contrabando praticados por empresários de vários estados brasileiros, dentre no Ceará.
A Operação Canal Vermelho II aconteceu em cinco Unidades da Federação: Ceará, Paraná, São Paulo, Distrito Federal e Minas Gerais. Conforme a PF, no Ceará  a operação Canal Vermelho II apreendeu R$ 700 mil em mercadorias supostamente contrabandeadas em 13 empresas, uma delas localizada na cidade de Quixadá, no Sertão Central cearense, por sinal, essa empresa é uma das mais conhecidas lojas de informática do município. A operação também aconteceu em Maracanaú e Fortaleza. No Brasil, a quantidade de apreensões teve um total de R$ 4,4 milhões.

São cumpridos 5 mandados de prisão e 30 mandados de busca e apreensão, com a participação de 195 servidores da Receita Federal e 150 policiais federais. As ações foram realizadas simultaneamente nos estados do Ceará, São Paulo, Paraná, Distrito Federal e Minas Gerais.
As investigações, desenvolvidas conjuntamente há cerca de um ano, evidenciaram que mercadorias eletrônicas eram trazidas ilegalmente para o Brasil, principalmente a partir do Paraguai. Uma vez no país, as mercadorias eram distribuídas por fornecedores de São Paulo e Brasília a lojas em diversos estados.
Canal Vermelho – 2010
Este trabalho é uma continuação da Operação Canal Vermelho, que em 2010 resultou na prisão do principal suspeito de ser o mentor intelectual do atentado cometido, dois anos antes, contra a vida de um Auditor-Fiscal, então Chefe da Divisão de Repressão ao Contrabando e Descaminho da Receita Federal na 3ª Região Fiscal. Na ocasião também foram presos outros suspeitos de participarem do mesmo grupo criminoso, além de apreendidos documentos e mercadorias com entrada irregular no país que serviram como ponto de partida para a presente investigação. Desde a prisão em 2010, o suspeito continua detido no Paraná.

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