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quinta-feira, 24 de novembro de 2011


Por Fábio de Oliveira
Clima politico na Câmara de Quixadá deverá mudar rotina de vereadores.
O clima esquentou de vez na Câmara Municipal de Quixadá, durante sessão na manhã desta quinta-feira (24), com declarações surpreendentes da vereadora Edi Leal(PT) que numa audiência específica sobre assédio moral, tentou incluir o prefeito de Quixadá Rômulo Carneiro no tema, ao dizer que diretores de escolas municipais ligados ao ex-prefeito Ilario Marques, estão sofrendo pressões politicas em suas funções. Também questionou a viagem do prefeito a São Paulo, que supostamente deveria ser averiguada as contas dessa viagem para uma especialização de estudo.

Isso irritou profundamente o presidente da Câmara de Quixadá, vereador Kleber Júnior, irmão do prefeito, que pediu licença aos vereadores e os presentes no plenário, em tom de desabafo e ao mesmo tempo ameaçador, desferiu acusações seríssimas contra o Partido dos Trabalhadores, ao qual recentemente teve que pedir desfiliação por motivos de interferências do ex-gestor que comanda o PT.
Kleber Júnior se dirigiu a vereadora Edi Leal contestando seu comportamento ao tentar ligar uma audiência a acusações contra sua família. Segundo o presidente, Edi esqueceu de quando era Secretaria de Educação, ao afirmar que antecedendo as eleições, a vereadora procurava os gestores e professores da educação municipal pedindo apoio e assediando-os moralmente em detrimento ao cargo que exercia.
Relatou também o caso do petista Nilton Cesar, da localidade de Juá. Afirmou que o petista foi punido pela secretária Edi Leal,  com demissão por tentar participar das eleições do PED no PT. Segundo Kleber, o professor Nilton e seus três filhos passaram necessidade. Foi mais além, disse que essas manifestações da vereadora tem caráter politico por influencias diretas de Ilário Marques.
Kleber Júnior garantiu que se querem abrir as “mascaras” do prefeito Rômulo. Também irá abrir as verdadeiras “mascaras” da Edi, do Ilario e de outros políticos que falam muito em ética, mas que na calada da noite negociam situações nada éticas.
Citou exemplos do ex vice-prefeito Cristiano Goes que foi cobrado pelo Ilário parar ser vice do partido há época no valor de R$ 70.000 mil reais. Disse ainda que Cristiano não tinha o dinheiro e que a família Carneiro financiou esses recursos.
Acusou ainda o Partido dos Trabalhadores na campanha de Ilário Marques a 8 anos atrás, faltando cinco dias para as eleições, houve um saque na Caixa Econômica Federal no valor de R$ 100.000 mil reais, no mesmo período que todos os bandos estavam em uma greve geral e não havia possibilidades de retiradas emergenciais, mas o dinheiro apareceu.
Declarações 
Kleber Júnior:  - Não adianta melar o rabo de mel, pois ao balançar vai melar todo mundo”, ou “devemos tirar as máscaras, a minha, a do Rômulo, da Edi, do Ilário...” disse ainda, “essas eleições vão ser bem diferente das outras, vocês podem esperar. Querem as verdades? Elas irão aparecer..
Kleber Júnior: - Não tenho medo de ser preso, mas não vou sozinho, vai vereador, vereadora, prefeito, ex-prefeito. Estão falando que o prefeito fez uma viagem a São Paulo por 5 dias e ele não pode como prefeito? Mas o Ilário viajou o mundo como prefeito e ninguém fala, foi muitas vezes a São Paulo, fazer escrituras, comprar apartamentos, visitar o filho, mas isso vocês não falam?
Kleber Júnior: - O Rômulo como prefeito não tem condições de ir a São Paulo, mas tem vereador como o Ivan que mantem um filho no curso de medicina pagando mais de 5 mil reais por mês. Ate agora só abri a caixa da minha família, mas vamos também abri a caixa do PT!. o Ilário fica por trás de tudo e todo mundo. Fica com essas pessoas ai, mas querem a verdade? Vamos pra verdade. Estamos cansados de tanta tortura. A população precisa sair da emoção e vir para o nível real. Todo mundo sabe que o Rômulo foi manipulado pelo Ilário, não há mais nada a esconder. Finalizou.
Na semana passada a vereadora Edi já tinha se envolvida em discussão com o vereador Pedro Baquit, disse em alto e bom som que agora seria oposição, coisa que a câmara não tinha. 


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