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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Familiares do piloto de MotoCross Júlio Cesar lutam para provar sua inocência


A família contratou o renomado advogado Paulo Quezado para defendê-lo.

Uma família que não dorme mais, que não faz outra coisa a não ser lutar para provar que o piloto de MotoCross, Júlio César Pinheiro está respondendo por um crime que jamais o praticou, é o que garante a irmã e a mãe do esportista.
No dia 18 de outubro de 2011, foi preso na cidade de Quixadá, no Sertão Central cearense, o piloto de MotoCross Júlio César Pinheiro, sob acusação de ter participação no arrombamento ao caixa eletrônico da Faculdade Católica Rainha do Sertão. 22 dias após o episodio, a irmã do acusado convidou a reportagem do portal Revista Central para mostrar o outro lado dos fatos.

A empresária Liberata Pinheiro, irmã de Júlio César, está acompanhando o caso e garante que seu irmão está sendo vítima de uma acusação que jamais praticou, “moro em Ribeiro Preto (SP), estou com 22 dias que não trabalho, não vejo meus filhos e nem meu esposo, tudo isso pra provar a justiça que o meu irmão não tem nenhuma participação neste evento”.
Explicação das armas
De acordo com Liberata, as armas que foram apreendidas na residência de Júlio Cesar, motivo principal que o mesmo ainda encontra-se preso, era de família, “tem armas que era desde do meu bisavô, passou para meu avô, até meu pai (Eurípedes Pinheiro), o Júlio não se desfez por ser um bem de família”, explicou. A empresária garante que a caneta tipo pistola foi presente que  Júlio ganhou mais de 10 anos.
Durante a entrevista a senhora Lilia Pinheiro, mãe de Júlio Cesar, chorava bastante, mesmo assim explicou que muitas das armas estão com mais 40 anos que não foi usada. “O mosquitão (fuzil) também talvez nem atire mais”, destacou.
Sobre os possíveis empréstimos das armas, elas garantiram que jamais foram emprestadas, pois o acusado tinha bastantes ciúmes, “as armas estavam guardadas em um guarda roupa”.
Maçarico
“O Júlio Cesar tem uma oficina, é ele mesmo que conserta as suas motos e o seu carro velho, por isso comprou recentemente o maçarico, e veja bem, não foi usado em nada”. Segundo ela ninguém pediu emprestado, como foi comentado.
Dia do arrombamento
“Na noite que ocorreu o Júlio alugou o filme transformers 3”, assistiu com sua amiga Daniela, como o som da TV estava muito alto, mamãe (Lilia Pinheiro) acordou e resolveu assistir também o filme, razão pelo qual quando a polícia chegou por volta das 9h à mamãe ainda estava deitada, já o Júlio foi deixar a garota no trabalho por volta das 7h30min, portanto, jamais poderia ter participado deste arrombamento”, garantiu.
Relação com os demais acusados
“Perguntei se ele tinha relacionamento com os acusados, disse que não tem, apenas conhecia alguns de vista por ser uma cidade pequena, mas não tinha contato de amizades”.
Na cadeia
“Passamos 15 dias sem poder vê-lo, foi um sofrimento imenso, só conseguimos essa semana e posso te dizer que ele estar arrasado, bem mais magro, abatido, emotivo e principalmente inconformado por encontrar-se nesta situação sem ter culpa nenhuma”.
Defesa
A família contratou o advogado Paulo Quezado para defendê-lo. Liberata disse que outra dificuldade da defesa neste momento é que a Comarca de Quixadá está sem Juiz de Direito na 3ª vara. “Tudo que queremos é vê-lo, fora daquele ambiente. Está em uma cela com 19 pessoas, ninguém merece isso, principalmente quando é inocente”.
Liberata Pinheiro deixa claro que Júlio errou ao manter armas em casa, mas que por um crime não se pode responder por outro maior, principalmente formação de quadrilha, ressaltou ainda que as armas já estavam em processo de registro. “Gente, até na data de aniversário ele pede a mamãe pra matar um carneiro da fazenda, nem precisava pedir, por também ser dono, mas por ter recebido esse tipo de educação sempre honrou, imagina participar de uma quadrilha criminosa”.
Para Liberata os crimes que a polícia está lhe atribuído não tem fundamento, “como é, que uma pessoa que participa de uma quadrilha, não tem uma motocicleta nova, não tem um carro novo, veja, o carro que ele carrega sua moto era do papai, ano 82”.
Ao fim elas pedem à população que não julgue o piloto antes da justiça, “aproveito e peço as pessoas dê um voto de confiança, pois, há muitas pessoas presas inocentemente e meu irmão é uma delas”. Em seguida nossa equipe registrou diversos troféus do piloto.



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