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terça-feira, 8 de novembro de 2011

De Verona, Padre Acúrsio Barros diz que seu problema é grave e inspira muitíssimo cuidado


“Com um afetuoso abraço, deixo minha bênção sacerdotal para todos os quixadaenses, que também se estende a todo amado povo do Sertão Central”.

O padre quixadaense Acúrcio de Oliveira Barros encontra-se na Itália fazendo tratamento de saúde. A produção do portal Revista Centralconseguiu se comunicar com o religioso via e-mail. No que se refere à hipoglicemia ele está sendo acompanhado pela equipe médica, chefiada por Dr. Zanari.
Segundo o religioso após realizar diversos exames, dentre eles gastroscopia, ultrassom do tubodigestivo, endoscopia, etc, chegou-se à conclusão de que seu estômago, dada a quantidade exagerada de medicamento usado para dor que levou a não se alimentar direito, sofreu um processo de atrofiamento, transformando-se praticamente em um tubo que dá continuidade ao intestino e ao mesmo tempo causou um desequilíbrio no funcionamento do pâncreas.

O tratamento seria o uso de um medicamento para desacelerar o funcionamento do pâncreas e se alimentar mais frequentemente e em pequena quantidade, uma vez que o estômago não teria espaço para armazenar alimentos. Quanto ao problema da coluna, a equipe médica, chefiada pelo neuro-cirurgião Dr. Bioconi, chegou à conclusão de que é impossível fazer qualquer intervenção cirúrgica no nervo da coluna, uma vez que já foram feitas três cirurgias e o nervo está extremamente sofrido, fragilizado e inflamado. “Fazer uma quarta cirurgia seria quase certo deixar-me paralítico, pois o nervo não teria resistência para reagir”. E a equipe sugeriu que a dor e os nervos fossem tratados através de terapias não cirúrgicas e nem medicamentosas.
Diante dessa situação Acúrsio Barros foi encaminhado para a terceira junta médica chefiada pelo Dr. Avesani, que é presidente dos fisiatras e dos serviços de reabilitação do hospital, após um minucioso estudo dessa equipe, chegou-se à seguinte conclusão; “o meu caso é grave e inspira muitíssimo cuidado”. O nervo está preso a uma grandíssima camada de fibrose e a terapia não poderá ser realizada à base de movimento, dado que existe uma placa de metal que prende parte das vértebras da coluna.
O tratamento inicial deverá ser feito à base de acupuntura e massagem e todo o processo de tratamento deverá ser feito na Italia, “não me deram permissão de fazê-lo no Brasil porque necessitam acompanhar rigorosamente todo o tratamento, haja vista a gravidade”. Este tratamento será de longa duração, tendo, como mínimo de dois anos de terapia. “Deverei iniciar nesses próximos dias a terapia da coluna. Entretanto foi convidado o Dr. Zeno Cordioli, maior especialista no assunto existente na Itália, junto com o Dr. Avesani, para uma posição de data definitiva para dar início ao tratamento. À medida que forem feitas as terapias, serão paulatinamente suspensas os analgésicos que até então estou tomando. E ver se as terapias estão surtindo efeito sem necessitar de ajudas medicamentosas (analgésicos)”.
“São essas, meu caro amigo e irmão, as novidades que tenho sobre a minha saúde aqui na Italia. Com um afetuoso abraço, deixo minha bênção sacerdotal para todos os quixadaenses, que também se estende a todo amado povo do Sertão Central”, escreveu Padre e Professor Acúrcio Barros.
Todos nós que fazemos a equipe do portal Revista Central se solidariza, deseja muita força e acredita que em breve o senhor estará celebrando missas e lecionando suas aulas na Faculdade Católica.

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