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terça-feira, 26 de outubro de 2010

Chega a Quixadá um método contraceptivo revolucionário


Em breve será disponibilizado gratuitamente em Quixadá 
A Biomedicina sempre encontra um modo de nos surpreender, procurando novos meios para facilitar a vida das pessoas. Nos últimos anos há um trabalho fortemente para descobrir cura para novas doenças, e também para desenvolver medicamentos que melhorem a saúde de toda a população. O SUS (Sistema Único de Saúde), mesmo com suas fragilidades, sempre tem buscado estas inovações e distribuído “gratuitamente” para todos.
Nesta última semana uma destas inovações chega a Quixadá e seu nome é Implanon um método contraceptivo que promete mudar a realidade de muitas mulheres, pois, além de ser mais seguro que qualquer outro método, até mesmo que a laqueadura, tem a duração de três anos. É implantado no braço através de um cateter e necessitam de um anestesista, um auxiliar, uma enfermagem e um médico.
Segundo o Dr. Garcia de Souza Neto, médico ginecologista, responsável pela saúde reprodutiva no Estado do Ceará, que esteve no lançamento do medicamento em Quixadá, o Implanon é uma droga que vai sendo liberada em pequenas dosagens diárias e faz com que a mulher pare de ovular inibindo assim a gravidez. Ele é um medicamento de alto custo e sua aplicação está entorno de R$ 1.800 ( um mil e quinhentos reais) será distribuído gratuitamente no Ceará.
O lançamento aconteceu nos dias 19 e 20 de outubro no Centro de Saúde Reprodutivo e Sexual em Quixadá, com a presença de mais de 40 mulheres que na ocasião optaram pelo procedimento. Vale ressaltar que o Implanon tem a duração de três anos e é mais seguro que a Laqueadura e estará disponível em grandes mutirões a serem realizados pela Secretaria da Saúde.

Amanda TelesNúcleo de Educação em Saúde e Mobilização Social - NESMS/Secretaria da Saúde
Acesse também:
 www.saudedequixada.blogspot.com

Um comentário:

Sempre diferente, mas sempre eu! disse...

Massa! é isso que é importante!
Educação e planejamento familiar é do que o Brasil precisa para para previnir o problema de "saúde pública", que é o aborto, não a sua legalização. Já pensou quantos abortos poderiam ser evitados, ou mesmo filhos indesejados, com um método assim disponível a todas? ou com uma boa educação que alertasse às jovens sobre a necessidade de se usar camisinha?

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