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segunda-feira, 26 de julho de 2010

Sem fiscalização, Imprudências no trânsito de Ibaretama são visíveis

Por Jackson Perigoso
Matéria de responsabilidade da Revista Central de Quixadá e do repórter Jackson Perigoso, as opiniões qui expressadas não necessariamente coincidem com as do Ibaretament.com



Regional
Ibaretama_Transito_impru6Ibaretama_Transito_impru5Ibaretama_Transito_impru2Ibaretama_Transito_impru1Ibaretama_Transito_impru4O capacete é usado no cotovelo e a cabeça fica com o tradicional boné.

O município de Ibaretama é um dos que pertencem à região do Sertão Central cearense e tem uma população de aproximadamente 15 mil habitantes. Pelos números de 2008 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, o município possui uma frota de 800 motocicletas e motonetas, desse total são poucos os condutores que respeitam as normas do Código de Trânsito Brasileiro.

Cientificamente o capacete é um dos itens indispensáveis e que na maioria dos acidentes seu uso tem evitado maiores lesões, no entanto, a reportagem da Revista Central em questão de minutos flagrou inúmeros absurdos no trânsito da cidade. São motociclistas de todas as idades, entre eles menores de idade, transitam sem capacete e às vezes com mais de um garupeiro como podem ser observadas pelas imagens.

Outra conduta irregular é o transporte de crianças menores de sete anos em motocicleta. O artigo 244, inciso V do CTB estipula que aquele que conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor transportando criança menor de 7 (sete) anos ou que não tenha nas circunstâncias, condições de cuidar de sua própria segurança, comete uma infração de trânsito de natureza gravíssima. Se a criança for menor de sete, presume-se que ela não possa cuidar de sua própria segurança. Mas em Ibaretama poucos condutores obedecem este inciso tão importante e mesmo sabendo do risco não se importam com a vida do seu próprio filho.

O Departamento Estadual de Trânsito juntamente com a Polícia Rodoviária tem realizado algumas blitz na área, mas insuficiente para coibir tais praticas que para os próprios moradores são normais. “Fui só ali na casa de um amigo buscar uma encomenda”, tenta justificar a infração o senhor José Laurentino, 53 anos, que em seguida reconhece que estava errado e que havia deixado o capacete em casa. Os erros são cometidos até por aqueles que deveriam zelar pela vida dos seus clientes, mas os mototaxistas usam bonés onde deveriam ser utilizados o capacete e para os passageiros apenas a garupa. Manoel Inácio, 30 anos, reconhece que age de forma incorreta, mas justifica que tudo é bem pertinho, como se a qualquer espaço um acidente não pudesse acontecer.

Todas as infrações acontecem nas esquinas dos poderes públicos, seja, câmara, prefeitura ou fórum de justiça, por sua vez as autoridades que deveriam buscar mecanismos para combater tais irregularidades preferem continuar na omissão. Tentamos por duas semanas falar com o prefeito municipal, Francisco Edson de Moraes, mas não conseguimos agendar uma entrevista. A prefeitura é obrigada por lei a criar órgão de trânsito, mas como a própria população é contra, e como os gestores sempre de olho nas urnas acham melhor não mexer no caso.

Confira o vídeo

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