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segunda-feira, 28 de junho de 2010

Políticos de Quixadá saem fragilizados das convenções partidárias

Na busca pelo poder, as palavras serão esquecidas.


Os acordos partidários deixaram os representantes políticos da cidade de Quixadá numa situação desfavorável após os fechamentos das alianças para o governo do estado do Ceará. O PT de Ilário Marques não queria Cid Gomes, mas vai ter que caminhar juntinhos, já o PSDB de Osmar Baquit, queria Cid, mas não teve aval do senador Tasso. 
 
As principais “figuras” que já posicionaram-se como candidatos a representantes no parlamento estadual e federal são os atuais deputados Raquel Marques e Osmar Baquit, ambos concorrendo novamente na disputa por uma cadeira na Assembléia Legislativa do Ceará. 

A novidade para esse ano de 2010 é a presença confirmada do ex-prefeito de Quixadá José Ilário Gonçalves Marques que concorrerá a uma vaga para deputado Federal. 

No contexto eleitoral, as convenções realizadas pelas principais siglas deixaram os políticos de Quixadá em situação bastante delicada para uma eleição que promete ser bastante acirrada.

O deputado Osmar Baquit, no seu quarto mandato para AL, após a convenção do PSDB afirmou para a imprensa o seu desapontamento com o rumo do seu partido com a convenção que homologou Marcos Cals para disputa ao governo. Baquit era um dos defensores de Cid Gomes na assembléia com respaldo do governador, o rompimento pode significar “prejuízos” eleitorais em algumas cidades onde Baquit é votado. O mesmo afirmava que Cid era seu candidato.

A situação de Ilário Marques ainda é pior, Marques foi um crítico ferrenho do governo Cid Gomes, tentou inclusive o rompimento do PT com PSB várias vezes e com a união partidária dos dois partidos não terá o apoio do governo nessa empreitada. Marques não encontrou eco em seu partido, ficou isolado boa parte das discussões e segundo as principais lideranças, suas declarações não falavam pelo partido.

A deputada Raquel Marques, esposa de Ilário Marques tem certa dependência de seu marido, mesmo defendendo as ações o governo Cid Gomes não tem força política para interpelar junto ao governador apoio para sua candidatura.

Por Fábio de Oliveira
Revista Central de Quixadá

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