Uma evolução pequena,
baseado nas chuvas que banharam Ibaretama, a população precisa economizar água,
o Macacos (Barreirão) é o único equipamento de abastecimento da cidade.
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Açude Macacos Foto: Helias Ferreira/Facebook |
As chuvas que banharam
Ibaretama e que de acordo com a Funceme já ultrapassaram a média histórica para
o mês de fevereiro, não estão sendo sentido na recarga do principal açude que
abastece os principais distritos do município de Ibaretama, Sertão Central
Cearense.
Ultima vez que o açude
Macacos atingiu sua capacidade de 10,32 (hm³) 100% foi em 12 de maio de 2009,
naquela ocasião a população comemorava sua sangria, de lá para cá a estiagem
sofrida pela região deixou o reservatório em constante queda nos índices.
Em 20 de janeiro de 2017
segundo a COGERH – Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos do Ceará, O Macacos,
estava com 0,32 (hm³) o equivalente a 3,15% de sua capacidade, após as chuvas o
equipamento conseguiu evoluir para 0,39 (hm³) ou 3,78% da capacidade de
armazenamento, segundo relatório na data de hoje (22).
A população precisa
economizar água, as chuvas tem alegrado a população, no entanto, os Distritos
de Piranjí e localidades bem como a sede de Ibaretama dependem da recarga do
Macacos para garantir o abastecimento de água durante o ano.
De acordo com o novo
prognóstico da FUNCEME, divulgado ontem (21), as regiões que compõem os
reservatórios terão chuvas abaixo da média, a extensão de Ibaretama permite que
chova mais em uma região que outra dentro do próprio município, enquanto o
interior comemora a recarga dos pequenos reservatórios o maior açude de
Ibaretama continua agonizando.
Mais
informações:
COGERH
– FUNCEME
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