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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Incêndio no lixão da cidade de Quixadá preocupam moradores do Boto e recicladores

Um consórcio para a construção e um aterro sanitário regional foi montado, mas não saiu do papel.
A cidade de Quixadá, no Sertão Central cearense, cresceu muito nos últimos, com isso um aterro sanitário construído com expectativa para durar 20 anos não foi o suficiente para abrigar tanto lixo gerado pela população. Sem valas de processamento suficientes, um extenso terreno a céu aberto e ao redor do aterro tem sido a alternativa de jogar os resíduos.
Neste domingo, 04, um grande incêndio preocupou os moradores do bairro Boto, além de catadores e das autoridades municipais que logo acionaram o Corpo de Bombeiros de Quixeramobim para conter às chamas que estavam avançando de forma incontrolável.

De acordo com o Secretário Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente, Carlos Augusto Vitorino Cavalcante, o “Carlinhos”, que estava no local com a sua equipe, quase nada puderam fazer em virtude do fogo ter se alastrado rapidamente.
Para o secretario, "é comum no verão acontecer incêndios em aterros sanitários ou lixões. Não quero acreditar que tenha sido criminoso e sim em função da geração dos gases e a alta temperatura. Ao termo conhecimento do fato, acionamos o Corpo de Bombeiros de Quixeramobim, fomos atendidos pelo Cabo Sidney que prontamente esteve no local com sua equipe em uma viatura”, acrescentou ainda que o gerente da Cagece, Christian Quezado também foi acionado,  liberando água para o reabastecimento da viatura dos Bombeiros. O Secretário de agricultora disponibilizou os carros pipas para transportar água.
Como não havia risco do fogo chegar às residências e como o acesso da viatura era impossível para alcançar toda área em chamas, os policiais do Corpo de Bombeiros apagaram as chamas que estavam um pouco alta. Conforme o Cabo Fernando, esse tipo de fogo rapidamente se espalha em virtude da facilidade “é muito difícil controlar”, disse, em sua avaliação pode ter sido causado por catadores.
Desesperado estava o reciclador Francisco José Batista, disse que tira o sustento de sua família há mais de 20 anos, “como vou ganhar meu dinheiro se tudo foi queimado”, lamentou o trabalhador.
Veja a cobertura nas imagens da RC 
 

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